Aviador Dro

junho 18, 2008

Esses também são lá da Espanha. O nome completo deles é El Aviador Dro y Sus Obreros Especializados e começaram em 1979. Os caras são pioneiros do synth-pop espanhol.
Eles estão até hoje em atividade. Quase 30 anos de estrada. Merecem todo o nosso respeito. Olha eles:

O de verde é o Biovac N, fundador e líder do Aviador Dro. A moça chama-se Arcoíris e está no grupo desde 1982.

Um vídeo bacana deles. Nuclear, Sí! Por Supuesto! Nuclear, Sí! Como no! Eu tenho 3 versões dessa música. Vou colocar aqui pra vocês a que eu acho mais legal. É um pouco diferente da do vídeo, que é muito boa.

Aviador Dro – La Chica de Plexiglas

Aviador Dro – Nuclear, Sí

Aviador Dro – Rosemary

Aviador Dro – La Televisión Es Nutritiva

Aviador Dro – Brigada de Demolición

Se você entende espanhol, presta atenção nas letras. São fantásticas!

Vicio Latino

junho 12, 2008

Mais representantes do buenísimo Disco espanhol. Ainda vou trazer muita coisa de lá pra cá pro blog. Aguardem uma enxurrada de sons españoles.

Vicio Latino – ¿Sabes que Hora Es?

Vicio Latino – Horario Disco

Vicio Latino – ¿Sabes que Hora Es? (Version Casual)

Mr. Fantasy

junho 5, 2008

Eu tinha falado há alguns posts atrás que eu iria dedicar um ao Lee Marrow. Aqui está. Eu resolvi não incluir esse post na categoria Heróis do Italo Disco; não porque o Lee Marrow não seja um e sim porque eu não sou tão fã dele assim.

Pra mim, sua melhor produção é esta Mr. Fantasy, uma homenagem ao sujeito do post aí de baixo: Patrick Cowley, o Sr. Fantasia. Ela é inspirada em Do You Wanna Funk. Tem uma linha de synth idêntica, só que mais lenta.

O Lee Marrow fez muito sucesso no início dos 90 com o projeto Corona. Você se lembra de Rhythm of the Night, é lógico. Quem cantava era uma brasileira, daqui do Rio de Janeiro. Foi morar na Itália e se deu muito bem. Estourou no mundo todo.

Lee Marrow – Mr. Fantasy

Vou colocar outra aqui que é bacana também. Sayonara. O Lee Marrow tinha uma onda oriental. Outra dele se chamava Shanghai. Na verdade, nem era tão incomum no Italo. O Koto também tinha essa onda.

Lee Marrow – Sayonara (Don’t Stop)

O Patrick Cowley nos deixou muito cedo. Morreu com apenas 32 anos. Mesmo assim, deixou um legado valiosíssimo para a música.

Eu já falei dele aqui no blogue e coloquei algumas músicas dele. O post de hoje tem alguns remixes que ele fez para outros artistas. Eu particularmente amo todos esses remixes. Acho alguns até melhores do que as versões originais.

O que eu mais gosto nos remixes dele é essa atmosfera que ele consegue criar, levando as músicas a um outro nível, a um outro universo. Muito envolvente e até hipnótica às vezes, mas sem deixar o funk e o groove de lado. Sem dúvida ele era um sujeito muito avançado. Previu muito do que viria acontecer na música eletrônica.

A sua versão pra I Feel Love é um absurdo. É um clima dub que vai progredindo, sem pressa. Tem um solo climão space dub alucinante. É isso que eu gosto nos seus remixes. Funkytown também tem esse clima, mas é bem mais contido. Nessa ele não aloprou tanto. Disco Dance, da Michele, é um estouro! É sexy.

Donna Summer – I Feel Love (Patrick Cowley Megamix)

Lipps, Inc. – Funkytown Revival

Michele – Disco Dance (Mega Mix)

Hills of Katmandu é um clássico absoluto. O Celso Valli é um mito. Até merece um post só pra ele. Vai rolar. Pioneiro do Italo Disco, quando o Italo Disco ainda não se chamava Italo Disco. Remixar uma música de um cara desses é muita responsabilidade. Claro que o Patrick Cowley não poderia fazer feio. Seu remix também não alopra tanto, talvez até porque a original já tem uma força enorme. Esse remix pode ser encontrado na ótima coletânea Deep Disco Culture Volume 2. Já falei do Volume 1 aqui.

Tantra – Hills of Katmandu (Patrick Cowley Mix)

O post de amanhã (assim espero) vai ter um pouquinho a ver com o Patrick Cowley.

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